sábado, 25 de fevereiro de 2012

Pesquisa da UFPB exibida pelo Globo Repórter mostra relevância social da universidade

Na noite da última sexta (24/02), o Globo Repórter exibiu uma reportagem sobre pesquisas científicas com plantas de uso medicinal e tratamentos fitoterápicos e os bons resultados deles no melhoramento da saúde dos pacientes envolvidos nas pesquisas.

São extraordinários exemplos que demonstram tanto a importância e a relevância social da universidade quanto o aproveitamento do conhecimento popular para a ciência. Todos os medicamentos apresentados, em espaços tão distintos quanto Santa Catarina e Paraíba, foram resultado desse encontro salutar entre o conhecimento científico e o conhecimento acumulado por gerações, cuja base é a empiria do povo em sua experiência secular. Quem não sabe de um chazinho que cura esse ou aquele mal?

No caso do Globo Repórter de ontem, a divulgação desses trabalhos mostra a importância e a relevância social da universidade pública e de uma pesquisa que enfrente os principais dilemas do país, mas, especialmente, em um estado como o nosso. E, mais ainda, o quanto é importante que a sociedade reconheça a importância que tem a universidade. 

No caso da UFPB, a reportagem destacou pesquisas realizadas com a Milona, uma planta da Caatinga nordestina, que no sertão é conhecida como orelha de onça. Depois de 20 anos de trabalho, o grupo de pesquisadores, que inclui Margareth Diniz, a atual diretora do Centro de Ciencias da Saúde, está prestes a anunciar resultados que prometem revolucionar o tratamento de doenças respiratórias, entre elas a asma, e a depressão.

Um fato a destacar é a reconfortante constatação de que, mesmo com as imensas atribuições de uma diretora de centro, Margareth Diniz não abandonou suas pesquisas que, como demonstrou a matéria em que Diniz é destaque, continuam a pleno vapor e com grandes resultados para a sociedade. 

Veja abaixo parte da reportagem exibida ontem pelo Globo Repórter.


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